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Emílio pronto para amar!

Emílio pronto para amar!

Na edição 1842 da revista Contigo, Emílio conta em uma entrevista reveladora que está pronto para encontrar a mulher ideal.

Solteiro a cerca de um ano, ele confessa estar louco para se apaixonar novamente. “Estou abertíssimo para que isso aconteça. Não quero apenas uma transa, quero um relacionamento. Sexo por sexo você tem às vezes e também é bom, mas, uma relação de verdade vai muito além disso.

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Cabelo estilo mullet, brinco de argola e bigodinho: este é o atual visual de Emílio Orciollo Netto, 36 anos. ”Sou um galã de rodoviária!”, brinca o ator. A aparência faz parte da composição do artista circense Neca Tenório, da novela Araguaia, da TV Globo.

O estilo pode até parecer antiquado, mas tem surtido efeito positivo na vida de Emílio, que percebeu um aumento no número de cantadas nas ruas. Solteiro há cerca de um ano, ele confessa estar louco para se apaixonar novamente.

”Estou abertíssimo para que isso aconteça. Não quero apenas uma transa, quero um relacionamento. Sexo por sexo você tem às vezes e também é bom, mas, uma relação de verdade vai muito além disso”, afirma.

”Gosto de estar apaixonado. É uma delícia poder dividir a vida com alguém. Quero casar e ter filhos, mas ainda não encontrei a pessoa certa. E tem de ser ‘a mulher’, pois a minha vida de solteiro está muito boa”, avisa.

Se na vida real Emílio está sozinho, na trama de Walter Negrão, 69, ele não tem do que reclamar. O ator divide suas cenas com três belas mulheres: Raquel Villar, 23, Cinara Leal, 32, e Nanda Lisboa, 21. ”Isso atiça a libido do público. Poder estar com uma, duas e até três mulheres é uma fantasia sexual masculina. Eu adoraria, mas, infelizmente, ainda não passei por essa situação. Acho que uma mulher só já dá muito trabalho (risos)”, opina.

Lição de humildade

Para se aprimorar na arte circense, Emílio fez aulas de malabares e trapézio na Escola Nacional do Circo, no Rio de Janeiro, além de fazer apresentações com seu parceiro de cena, Nando Cunha, o palhaço Pimpinela, no Circo Las Vegas, onde as fotos para essa matéria foram feitas.

”O mesmo cara que se apresenta no Globo da Morte vende algodão doce. Isso é uma lição de humildade das mais bonitas! E pensar que existem atores que ficam em dúvida quanto a fazer um determinado papel porque têm receio de isso não ser bom para a carreira… Depois dessa experiência, aprendi a ter muito mais respeito pelos profissionais que trabalham no circo”, garante.

Emílio ainda teve de colocar aplique nos cabelos para a novela. ”Foi chato pra caramba! Dormi uma semana de bruços, apoiando a testa no travesseiro. Um horror!”, diz. A mudança no visual mostra-se ainda mais marcante ao vê-lo nos cinemas em Tropa de Elite 2, como Valmir Magalhães, o assistente almofadinha do Capitão Nascimento (Wagner Moura, 34).

”Gosto muito de me caracterizar. Vejo milhares de atores fazendo as mesmas coisas, com a mesma cara, sempre. Prefiro ter uma pegada diferente, seja no visual ou na interpretação”, explica o ator, que também participou dos filmes Paraísos Artificiais, de Marcos Prado, e Inventor dos Sonhos, de Ricardo Nauemberg, ambos com estreia prevista para 2011.

O personagem fez Emílio voltar no tempo e relembrar sua infância. Quando era criança, ele esperava impaciente pelas férias escolares para poder visitar um circo em Lambari, no sul de Minas Gerais, cidade natal de sua mãe (Vânia), já que a família morava em São Paulo. ”Até hoje me lembro do cheiro da serragem, que era muito forte”, afirma.

Tudo tem seu preço

Tranquilo, ele procura levar a vida discretamente. Paulistano nascido na Vila Mariana, Emílio mora há 14 anos no Rio de Janeiro. Com 20 anos de carreira, o ator, que fez teatro na Escola de Arte Dramática, da USP, coleciona tipos inesquecíveis, como o Crispim, da novela Alma Gêmea (2005).

O sucesso do personagem fez com que ele conquistasse um contrato de três anos com a TV Globo. Recentemente, Emílio renovou por mais quatro anos com a emissora. ”Gosto de estar empregado!”, fala o ator que, antes de voltar às novelas, participou das séries Força-Tarefa e Casos e Acasos e fez turnê com a peça Difamantes ao lado de Maria Clara Gueiros, 45.

”Sou um artista que luta para trabalhar. Nada vem de graça!”, diz o ator, revelando já ter se deslumbrado com a fama na época em que fez sua estreia na Globo com O Rei do Gado (1996).

”Eu tinha 22 anos e saí de São Paulo para fazer a novela das 8, que era líder no ibope. Fiquei mexido e acabei acreditando que era alguma coisa. Mas, quando a novela acabou, ninguém mais falava comigo na rua. Demorei para entender o que tinha acontecido. Hoje, dou risada do meu comportamento no passado”, garante.

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